MATERNIDADE E MATRIMÔNIO

mulher e filhos

A procriação é o caminho natural, por excelência, que tem
a mulher para elevar-se como pessoa dentro do amor; encontrar um
caminho de realização criativo, em prol do povo. Ela não é o fim
exclusivo da mulher, contanto que desejada com amor e orientada à
elevação espiritual, e nunca castradora de um desenvolvimento
completo seu. É função do Estado Nacionalista criar um
ambiente e meios precisos, para que a mulher possa completar sua
maternidade e as responsabilidades que isto contrai, com as
atividades humanas elevadoras, como a Arte, Cultura, etc.
Desta forma, a procriação não é uma competência
exclusiva da mulher, pois também é compartilhada com o homem. A
idéia de que este pode desligar-se das responsabilidades diárias dos
filhos, em troca de um trabalho remunerado, é própria da
mentalidade cômoda, mercantilista e elitizado atual.
Aparecem como produtos do espírito elitista e hedonista
atual, a propaganda contra as famílias numerosas, contra a vida
familiar simples e camponesa, etc. Produz-se no mundo moderno
uma identificação entre liberdade e falta de responsabilidades,
fazendo crer que uma vida vazia, improdutiva, hedonista, baseada
na busca do prazer pessoal, é a meta do ser-humano. Por isto, ter
filhos, seu cuidado, sua educação plena, ética e espiritual se vêem
por esta ótica elitista, como uma responsabilidade-fardo
agonizante.
A mulher nacionalista reclama seu direito de possuir
uma família numerosa, com o apoio decisivo do Estado no plano
econômico e ético, dentro de uma política de apoio ao campesinato e
a vida em um meio natural.                                                                                                                                   A mulher nacionalista reclama o direito a ser
atendida medicamente de forma gratuita, obrigatória e preventiva
antes do matrimônio, de forma que se tente detectar qualquer defeito
ou enfermidade em qualquer um dos cônjuges que possa afetar à
possível descendênci                                                                                                                                              A mulher nacionalista reconhece o direito dos filhos
terem uma família, pelo que concretiza a necessidade de que a
reprodução e o amor se sublimem dentro de uma instituição
matrimonial civil, ética e sentimental.
O matrimônio e a família  são, em absoluto, os únicos
caminhos de superação da mulher,  o Estado apoiará,                                                                  decididamente a mulher em razão de seu interesse familiar.
A mulher nacionalista reclama o direito de que o
matrimônio e a formação de uma família sejam um ato investido da
máxima seriedade, devido tanto à própria importância da instituição
familiar, como em sua influência na educação dos filhos. Desta
forma, o Estado deve-se fazer participante na defesa da estabilidade
familiar. Portanto, se exigirá para o matrimônio um mínimo de
garantias de estabilidade ética,  assim como o compromisso jurado de
que os cônjuges desejam manter esta estabilidade, em benefício dos
mesmos, de seus filhos e do povo.
Sobre o tema do divórcio, será efetuada uma exposição aparte.
A mulher nacionalista reclama o direito à liberdade
pessoal, pois de modo algum o matrimônio implica em uma
subordinação pessoal, legal ou mental sua, muito embora exista uma
responsabilidade compartilhada com o esposo.
Uma das diferenças físicas naturais entre o homem e a
mulher é a maior envergadura muscular do homem. Esta força
superior está a serviço do trabalho e da defesa da comunidade, mas
nunca deve ser desculpa ou motivação para uma dominação pela
força, uma tirania da brutalidade, do medo dentro do matrimônio,
tal como sucede alguém desprezível na corrompida sociedade atual,
acentuando este problema a incultura e o alcoolismo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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