NACIONALISMO E ECONOMIA.

Uma carência dos elementos materiais conduz o homem à brutalidade, rebaixam-no a escravo do econômico e o impedem da cultura. Com fome e sono, não se pode pedir um povo são física nem moralmente, por mais que em determinadas individualidades se possa dar este caso. A interrelação cultura-economia existe, mas não é determinante, nem unidimensional.  nacionalismo na economia   O nacionalismo se aplica a todos os campos dA mais grave corrupção da idéia nacionalista é sua constrição, sua limitação ao campo econômico. Este é o principal motivo de todos os mal-entendidos sobre o tema nacionalista.  A razão desta mistificação está na materialização imposta pela campanha mundial globalista (marxismo-capitalismo). Em um mundo dominado por tais idéias, torna-se lógico confundir ética com interesse, bem com proveito, povo com classe e nacionalismo por marxismo. Não se deve, desta forma, confundir em absoluto nacionalismo com uma discutível teoria econômica baseada na propriedade estatal, e muito menos com a repugnante idéia de que somente importa o econômico – o dinheiro e a economia para a felicidade, formação e elevação dos povos. E ainda menos, com a lamentável teoria de que a ética e a cultura são somente produtos (superestruturas) do poder econômico. É um erro próprio do materialismo democrático, confundir o bem do povo com o seu bem estar material, com a busca do cômodo e fácil, com a satisfação do egoísmo de uma maioria. O bem material é desejável enquanto favorece e possibilita a ascensão ética e cultural do povo. É um erro crer serem totalmente independentes a economia e a elevação cultural e espiritual do a atividade humana, inclusive no econômico. Todo sistema econômico que cumpra com os requisitos éticos básicos, ou seja, que seja útil para levar o povo a uma meta de superior qualidade humana, é válido e pode considerar-se nacionalista. Não há, então, um sistema econômico nacionalista, mas vários sistemas econômicos que podem sê-lo, se são dirigidos e utilizados neste sentido. Eles são ferramentas, meios, não o fim dessa política. Portanto, os sistemas econômicos podem trocar-se e modificar-se, segundo as circunstâncias. No entanto, apenas os princípios éticos nacionalistas são imutáveis. Evidentemente existem elementos econômicos anti-nacionalistas em si mesmos, como todos aqueles que são contrários à ética: usura, anonimato, luta de classes, igualitarismo, exploração, etc.

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